Poesias Nonsense

Conto da menina, a cenoura e os rabanetes…

Aquele dia
Dia aquele!
Meu estomago ronronava
Prova-ei-de todos aqueles rabanetes
Já não haviam sabonetes

A chuva, bruma, fria
Tecia desenhos no vidro espelhado
Ruivo, tecido, ensolarado



Mais da metade da mesma canção
Mãos trêmulas,
vermelhas cintilantes

Retina frente a retina
Amálgama serne que toquei alguns segundos
Precisava dizer: Bem, tenho que ir…

Era só desfeche

Mas tais cenouras brilhantes,
Coelhos flutuantes
Cavalgavam em meu estomago
Quando vi aqueles deliciosos rabanetes

Toquei-a
Antes

Re-toquei-a
Depois

Na terceira,
Ela me negou….

Na sexta parte
Da prova dos noves..
Ela percebeu,
Que seu coração, estava lúcido
Por Teseu
Mas já era tarde!

Tarde era quando percebeu
Por Teseu estava lúcida que seu coração



(Da memética.
“-Me traga, enlatado,
o MEME que pode te fazer.
sentir doces embrulhos estomacais.”)


Beijei a sua mão.
Como se fosse a última….

Abri
Olhei
Afrouxei
E percebi,
Que este louco amor de moço
Selou seu fim, ali!

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