Poesias Nonsense

A VIDA COMO ELA É

Portuário sentido
Navego-me,
a mim mesmo
Ao niilismo,

Ofusca-se bárbaras maneiras
De esquecer
UNO-VIDA
Esperanto a la Monet
Picasso, virá a ser?
Estrangulando cores!
Sussurrando amores!
Vivenciando dores!
Murmurando: – Senhores…
Morta natureza,
Frigida certeza
Sobre poltronas e mesas
Contas, dinheiro: -Pseudo-equilíbrio.
Leitura, Ipyoca…
Do ócio ao ósculo
Da paz: – Em paz!
Embriague-me
Com suas certezas
minhas?
 

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