Poesias Nonsense

Lápide do finito

De mãos dadas, eu espero o fim.
Fim que será um novo começo.
Começo de um novo fim!
Brumas e espantos á toa você constrói seu infinito.
No dia, mais que dia,
que num instante a luz
que vicia se transformará em prantos e levará seus encantos.
Você não saberá e cantarás as reprises destes contos.
Vivendo sem saber, que tudo, afinal, é para sempre.

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: