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POLÍCIA FEDERAL DEFLAGRA 3ª FASE DA OPERAÇÃO “PEDOMOM”

olícia Federal, através do Grupo de Repressão aos Crimes Cibernéticos da Superintendência da PF em São Paulo – GRCC/SR/PF/SP, realiza a terceira fase da Operação PEDOMOM.

Assessoria PF/SP

São Paulo/SP – A Polícia Federal, através do Grupo de Repressão aos Crimes Cibernéticos da Superintendência da PF em São Paulo – GRCC/SR/PF/SP, realiza a terceira fase da Operação PEDOMOM.

Em maio do ano passado, partindo de comunicação da INTERPOL sobre a prisão de um casal de ucranianos que produzia e distribuía arquivos contendo imagens de abuso sexual infantil naquele país, foi identificado e preso um brasileiro na cidade de Iguape/SP.

Durante o cumprimento do mandado de Busca e Apreensão, ele tentou destruir seu laptop e celulares, sem sucesso. Levados à análise do Setor Técnico-Científico da PF, foi possível identificar grande volume de arquivos contendo cenas de abuso sexual praticadas por ele em companhia de duas mulheres, tendo duas crianças como vítimas.

A segunda fase da operação, deflagrada em setembro de 2019, levou à prisão estas duas mulheres, ex-namoradas do preso e identificou as vítimas como sendo sua filha e o filho de uma delas. As crianças atualmente têm 11 e 5 anos de idade.

Há registro da ocorrência de mais de 30 estupros, além de imagens de tortura praticada contra uma das crianças. No caso de uma das agressoras, foi possível individualizar aproximadamente 20 atos de abuso sexual praticados contra o próprio filho. Os estupros eram filmados pelos agressores que posteriormente os trocavam em fóruns da DEEPWEB dedicados especificamente a abusos sexuais praticados por pais e mães.

Após minuciosa análise dos HD’s apreendidos em poder do abusador, a PF identificou mais 3 mulheres que produziram imagens de cunho pornográfico de seus filhos e filhas e as enviaram para o investigado.

Assim, esta terceira fase cumpre mandados de busca nas cidades de Cerquilho, São Paulo e Iguape, e encerra uma investigação iniciada na Ucrânia e enviada ao Brasil pela Interpol, cujo resultado foi a identificação de 6 vítimas de abusos sexuais infantis.

O crime de publicação de imagens de pornografia infantil prevê pena de 3 a 6 anos de reclusão. Já o estupro de vulneráveis prevê de 8 a 15 anos de prisão.

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