8º ANO 9º ANO educação Língua Portuguesa

Episódio 7 fala sobre Camões, podcasts e Diário de Anne Frank

Inaugurando outra seção aqui no nosso podcast, vamos escutar o relato sobre a leitura do livro Diário de Anne Frank.
Luís Vaz de Camões, imagem retirada da internet

No episódio 7, do podcast “Poemas Uivantes para seres falantes!”, que está disponível no Anchor.fm , SpotifyGoogle PodcastRadio PublicBreaker e no PocketCasts falamos um pouco sobre Camões, Coronavírus, o Diário de Anne Frank e lançamos a música “E agora, José?”. Confira:

Episódio #17: Autopsicografia por Fernando Pessoa Poemas uivantes para seres falantes

No episódio desta semana do podcast "Poemas Uivantes para Seres Falantes" escute a declamação do poema "Autopsicografia" do poeta Fernando Pessoa na voz da aluna Isabel Fernanda Pirola, do 1ªE, Escola Estadual Zita de Godoy Camargo, Rio Claro/SP. Ela também indicou a leitura de "Alienação" do escritor uruguaio Eduardo Galeano.  E tem mais, a nova declamação de "Canção do Exílio" de Gonçalves Dias feita pelas alunas Patrícia Vieira de Souza Araújo (3ªA), Daiane de Oliveira de Moura (3ªA) e Mariana Cunha (3ªB) também da Escola Estadual Zita de Godoy Camargo, Rio Claro/SP. 
  1. Episódio #17: Autopsicografia por Fernando Pessoa
  2. Episódio #16: Canção do Exílio, Iracema e Escrava Isaura
  3. Episódio #15 – Entrevista com Plínio Scambora criador e diretor da série "22".
  4. Episódio #14 – Psicologia de um vencido por Augusto dos Anjos
  5. Episódio #13 – Pronominais por Oswald de Andrade, CPM 22 e Demétrio Guimarães

Também conversamos com o aluno Marcelo, do 8º Ano A que criou o podcast “Trabalho de Escola” que fala sobre medidas de prevenção ao coronavírus, aluna da professora Áquilla Mendes.

Neste episódio, você poderá escutar a declamação do Soneto V, de Luís Vaz de Camões, na declamação da aluna Ariany Felix da Silva, do 8º Ano D, da Escola Estadual Januário Sylvio Pezzotti, Rio Claro/SP.

E quem foi Luiz Vaz de Camões, o terror do Ensino Médio para muito estudante brasileiro?

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Suspeita-se que Luiz Vas de Camões tenha nascido por volta de 1524 e morreu em 1580 em Lisboa, Portugal.

Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza. Sobre a sua infância tudo é conjetura mas, ainda jovem, teria recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas.

Frequentou a corte de D. João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, autoexilou-se na África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusíadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei D. Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.

A fama de Camões iniciou a expandir-se através de Espanha, onde teve vários admiradores desde o século XVI, aparecendo duas traduções d’Os Lusíadas em 1580, ano da morte do poeta, impressas a mando de Filipe II de Espanha, então rei também de Portugal.

No título da edição de Luis Gómez de Tápia, Camões já é citado como “famoso”, e na de Benito Caldera ele foi comparado a Virgílio, e quase digno de igualar Homero.[128] Além disso, o rei concedeu-lhe o título honorífico de “Príncipe dos poetas de Espanha”, que foi impresso numa das edições.

Famoso na Espanha, Portugal, Italia, Polonia, é meu amigo…

Camões foi uma das mais fortes influências sobre a formação e evolução da literatura brasileira, uma influência que começou a ser efetiva a partir do período barroco, no século XVII, como se constata pelas semelhanças entre Os Lusíadas e o primeiro épico brasileiro, a Prosopopeia, de Bento Teixeira, de 1601. As poesias de Gregório de Matos também foram muitas vezes decalcadas do modelo formal camoniano, embora o seu conteúdo e tom fossem bem outros.

Tendo influenciado a evolução da literatura portuguesa desde o século XVII, Camões continua a ser uma referência para muitos escritores contemporâneos, tanto em termos de forma e conteúdo como se tornando ele mesmo um personagem em outras produções literárias e dramatúrgicas.[52] Vasco Graça Moura considera-o o maior vulto de toda a história portuguesa, por ter sido o fundador da língua portuguesa moderna, por ter como ninguém compreendido as grandes tendências do seu tempo, e por ter conseguido dar forma, através da palavra, a um senso de identidade nacional e erguer-se à condição de símbolo dessa identidade, transmitindo uma mensagem que se mantém viva e atual.

DIÁRIO DE ANNE FRANK

Imagem disponível em <http://101historiasaj.blogspot.com/2017/05/diario-de-anne-frank-as-dificuldades-no.html> Acesso 12.jun.2010

Inaugurando outra seção aqui no nosso podcast, vamos escutar o relato da aluna Isabelly Ritter Goularte, 9º Ano C, que conta como está sendo a leitura do livro Diário de Anne Frank.

Confira os episódios:

#Episódio 1 – Fernando Pessoa

#Episódio 2 – Machado de Assis

#Episódio 3 – Conceição Evaristo

#Episódio 4 – Ricardo Reis

#Episódio 5 – Carlos Drummond de Andrade

#Episódio 6 – João Cabral de Melo Neto

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