8º ANO 9º ANO educação Língua Portuguesa

Episódio 7 fala sobre Camões, podcasts e Diário de Anne Frank

Inaugurando outra seção aqui no nosso podcast, vamos escutar o relato sobre a leitura do livro Diário de Anne Frank.
Luís Vaz de Camões, imagem retirada da internet

No episódio 7, do podcast “Poemas Uivantes para seres falantes!”, que está disponível no Anchor.fm , SpotifyGoogle PodcastRadio PublicBreaker e no PocketCasts falamos um pouco sobre Camões, Coronavírus, o Diário de Anne Frank e lançamos a música “E agora, José?”. Confira:

#Episódio 12 – Não te amo por Almeida Garrett Poemas uivantes para seres falantes

No episódio 12 do podcast “Poemas Uivantes para seres falantes” como complemento as atividades de multiletramentos no Ensino de Língua Portuguesa, em tempos de epidemia, escute a declamação de “Eu não te amo” do poeta Almeida Garrett. A declamação é do aluno Davy Arnaud, do 9º Ano F, da Escola Estadual Januário Sylvio Pezzotti, Rio Claro/SP, profº Antonio Archangelo.
  1. #Episódio 12 – Não te amo por Almeida Garrett
  2. #Episódio 11 – Canção do Exílio por Gonçalves Dias
  3. #Episódio 10 – Soneto de Fidelidade por Viniciuis de Moraes
  4. #Episódio 09 – Perdão por Bráulio Bessa
  5. #Episódio 08 – E agora, José por Carlos Drummond de Andrade

Também conversamos com o aluno Marcelo, do 8º Ano A que criou o podcast “Trabalho de Escola” que fala sobre medidas de prevenção ao coronavírus, aluna da professora Áquilla Mendes.

Neste episódio, você poderá escutar a declamação do Soneto V, de Luís Vaz de Camões, na declamação da aluna Ariany Felix da Silva, do 8º Ano D, da Escola Estadual Januário Sylvio Pezzotti, Rio Claro/SP.

E quem foi Luiz Vaz de Camões, o terror do Ensino Médio para muito estudante brasileiro?

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Suspeita-se que Luiz Vas de Camões tenha nascido por volta de 1524 e morreu em 1580 em Lisboa, Portugal.

Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza. Sobre a sua infância tudo é conjetura mas, ainda jovem, teria recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas.

Frequentou a corte de D. João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, autoexilou-se na África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusíadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei D. Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.

A fama de Camões iniciou a expandir-se através de Espanha, onde teve vários admiradores desde o século XVI, aparecendo duas traduções d’Os Lusíadas em 1580, ano da morte do poeta, impressas a mando de Filipe II de Espanha, então rei também de Portugal.

No título da edição de Luis Gómez de Tápia, Camões já é citado como “famoso”, e na de Benito Caldera ele foi comparado a Virgílio, e quase digno de igualar Homero.[128] Além disso, o rei concedeu-lhe o título honorífico de “Príncipe dos poetas de Espanha”, que foi impresso numa das edições.

Famoso na Espanha, Portugal, Italia, Polonia, é meu amigo…

Camões foi uma das mais fortes influências sobre a formação e evolução da literatura brasileira, uma influência que começou a ser efetiva a partir do período barroco, no século XVII, como se constata pelas semelhanças entre Os Lusíadas e o primeiro épico brasileiro, a Prosopopeia, de Bento Teixeira, de 1601. As poesias de Gregório de Matos também foram muitas vezes decalcadas do modelo formal camoniano, embora o seu conteúdo e tom fossem bem outros.

Tendo influenciado a evolução da literatura portuguesa desde o século XVII, Camões continua a ser uma referência para muitos escritores contemporâneos, tanto em termos de forma e conteúdo como se tornando ele mesmo um personagem em outras produções literárias e dramatúrgicas.[52] Vasco Graça Moura considera-o o maior vulto de toda a história portuguesa, por ter sido o fundador da língua portuguesa moderna, por ter como ninguém compreendido as grandes tendências do seu tempo, e por ter conseguido dar forma, através da palavra, a um senso de identidade nacional e erguer-se à condição de símbolo dessa identidade, transmitindo uma mensagem que se mantém viva e atual.

DIÁRIO DE ANNE FRANK

Imagem disponível em <http://101historiasaj.blogspot.com/2017/05/diario-de-anne-frank-as-dificuldades-no.html> Acesso 12.jun.2010

Inaugurando outra seção aqui no nosso podcast, vamos escutar o relato da aluna Isabelly Ritter Goularte, 9º Ano C, que conta como está sendo a leitura do livro Diário de Anne Frank.

Confira os episódios:

#Episódio 1 – Fernando Pessoa

#Episódio 2 – Machado de Assis

#Episódio 3 – Conceição Evaristo

#Episódio 4 – Ricardo Reis

#Episódio 5 – Carlos Drummond de Andrade

#Episódio 6 – João Cabral de Melo Neto

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