MULTILETRAMENTO DE LÍNGUA PORTUGUESA

 

Olá
Você está na apresentação para o  primeiro bimestre do professor Antonio Archangelo, de Língua Portuguesa, da Escola Estadual Zita de Godoy Camargo, Rio Claro/SP.
Durante o período de isolamento social, este material garantirá a continuidade de seus estudos visando, sobretudo, manter o vínculo com a comunidade escolar e as metas/objetivos de vida para este ano letivo. Em cada uma das atividades você terá que:

Assistir as aulas no Centro de Mídias;
Concluir a leitura do Roteiro disponibilizado neste site, no grupo de WhatsApp, no Google Classroom ou impresso na escola;
Concluir a leitura complementar sugerida / Participar do projeto de prática;
Concluir o Exercício proposto;
Participar do Fórum.

Quem é Antonio Archangelo?

É professor de língua portuguesa, poeta, escritor, publicitário, jornalista, gestor e auditor em Saúde. Mestrando no Programa de Pós-Graduação de Gestão da Clínica – PPGGC do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar. Fundador, guitarrista e compositor do grupo musical Delunes (até 2017). Tem experiência na área de Administração, Finanças, Contratos, Licitação, Projetos e Comunicação. Atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação, língua, saúde, gestão pública, política e eleições.

Delunes

Fundador do Delunes, Antonio Archangelo é o primeiro da esquerda. Foi guitarrista, compositor e produtor executivo do grupo.

#EP Las Vegas

Músicas:
Pássaros
Last Cigarrets
As Cinzas
3:21

Ver mais 3
Disponível em:
YouTube Music
Deezer
ArtistaDELUNES
Lançamento: 23 de agosto de 2019
GêneroRock

Mexicalli
Caminhos
Pássaros

Poesia

Como poeta, Antonio Archangelo participou de dezenas de publicações e coletâneas brasileiras. Editou e publicou a coleção de Poemas Nonsense:

Ápeiron (2019) – Amazon ou Clube dos Autores

Homeomerias (2019) – Amazon ou Clube dos Autores

Nheengatu (2020) – Amazon ou Clube dos Autores

Ataraxia (2020) – Amazon ou Clube dos Autores

Redes Sociais

#Instagram: antonioarchangelo
#Facebook: https://www.facebook.com/antonioarchangelo
#tiktok: @antarchangelo
#twitter: @antarchangelo
#youtube: https://www.youtube.com/channel/UCSht5HL2IIwmga8sdI0YrsQ

Metodologia

Cada época tem uma linguagem e utensílios que lhe são próprios. Os nossos avós utilizavam «manuscritos» e a pena de pato numa escola onde a autoridade do professor se manifestava através das «reguadas» e pelas orelhas de burro.

(FREINET, 1967)

A minha chegada à educação foi como um ritual mágico. Tinha garantido pelo menos mais um ano de estabilidade em um cargo administrativo que ocupava dentro da estrutura funcional da secretaria de saúde de Rio Claro. O salário era bom, mas o planejamento estratégico foi concluído com seis meses de antecedência. Foi um período de muita tensão. Acontece que para os homens que vivem com propósitos, não se vê vantagem em continuar em um local após concluir o objetivo traçado, ainda mais, se for com certo êxito. A principal meta era adequar as políticas e atos administrativos às recomendações da Constituição Federal, Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde e diversas recomendações do Ministério Público do Estado de São Paulo, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas. Foram tempos difíceis, pois ao contrário da Educação que já gozava de uma certa profissionalização desde a deflagração da municipalização de parte do ensino básico. A saúde ainda estava atolada no clientelismo barato, a serviço de vereadores, políticos e líderes religiosos, políticos e coronéis locais.

Qualquer ato de mudança era um desgaste enorme para explicar o óbvio, críticas exageradas e até campanha de difamação de um sindicato local. Foram tempos de aprendizado. Aprendi a ter coragem (coisa que nunca tive), inteligência emocional e manter o foco nos objetivos traçados no planejamento estratégico. E por fim, pelo menos, naqueles dez meses (já havia ocupado outra função na mesma pasta por 23 meses), acabamos com a farra dos supersalários. Sim, grupelho de médicos do SUS ganhando 70, 80, 90 e até 100 mil reais mensais para realizar um atendimento medíocre a população…

Do SUS à Educação

Graças a um obrigatório aprofundamento em conteúdos ligados ao SUS fui cursar mestrado profissional em Gestão da Clínica na Universidade Federal de São Carlos, após um MBA de auditoria em Saúde que fiz a distância. Foi lá, que a primeira semente da educação foi plantada dentro do meu peito.

Minha mãe, doutora em educação, sempre tentou me levar para este campo. Mas sempre fui contra. Aquele velho sentimento de contrariar a genitora. Sempre critiquei a educação. Escrevia poesias, compunha músicas e tinha uma ganância em tornar-me rico e com poder nas mãos. A experiência no SUS faxinou meu antro. Tirou-me destes desejos e me mostrou outros olhares que deixariam sequelas na minha visão de mundo.

Foram várias mortes que presenciei, vários indivíduos gritando, clamando por atendimento, vários barracos na porta de meu gabinete. Pessoas que só queriam estar saudáveis, para viver. Como poderia querer outra coisa e não gozar de uma boa saúde e trabalhar em prol ao próximo?

E o mínimo que devemos fazer. A entrega para o outro, sem a espera de nenhuma recompensa, foi se tornando meu maior objetivo. Por diversas vezes, acabei utilizando meu salário para comprar algodão, remédio, dietas, como se me sentisse culpado por ocupar uma função e não conseguir melhorar a rede municipal. Foi um tempo de completa reflexão sobre minha própria existência…

Em abril de 2020, quando voltei a Secretaria de Saúde, agora como diretor de Gestão de Pessoas, para tomar conta do pagamento de 1500 funcionários, tive contato com um Guarda Mirim (a diretoria a qual ocupava fazia gestão de um contrato de menores aprendizes para trabalhar em funções administrativas dentro do sistema de saúde). Foi assim que conheci Calebe. Um rapaz que remeteu-me à minha época de adolescente. Todas as dificuldades que tive, as coisas erradas que fiz, o subjugamento da escola, as crises de depressão de minha mãe, e, principalmente, aquele espírito indomável de não concordar com o mundo e estar pronto para fazer a revolução.

Com o planejamento estratégico concluído, as “experiências” educacionais que fazia com minha equipe durante o expediente, ensinando poesia, ensinando história, realizando debates acalorados sobre temas polêmicos. Por diversas vezes, atrapalhei alguns funcionários, mas para aquele guardinha, tais momentos acabaram impulsionando mudanças visíveis. Ele começou a fazer poesias e se aprofundar por questões filosóficas, como os arches pré-socráticos de Parmênides e Heráclito. Fui percebendo que poderia ter algum êxito ao tentar direcionar jovens. E que talvez fosse essa a minha nova missão. Foi assim que minha intuição passou a exercer pressão diária sobre meus atos. Quando voltei a Secretaria de Saúde já tinha em mente que seria breve. E sempre me dirigia aos outros como se estivesse de saída. Algumas pessoas até protestavam, mas quando se é um estrangeiro dentro do serviço público, o mínimo que deve fazer é ter a parcimônia de entender que você está ali provisoriamente, para evitar paixões e apego ao cargo.

Uma dúvida persistia: Como dar aulas se não tinha licenciatura? Passei a ensaiar uma docência escrevendo conteúdo para cursos de graduação e pós-graduação. Escrevia sobre Administração Pública e auditoria em saúde, ao mesmo tempo, ainda ocupava a função diretiva. Foi um ensaio necessário. A nova meta interna era dar aula para jovens e mostrar que tudo poderia ser diferente, inclusive a forma de como se daria o aprendizado, já utilizando os conceitos que aprendi nas aulas de Metodologias Ativas e Aprendizagem Significativa no mestrado na UFSCar. Passei a criar esboços metodológicos de como promover a práxis dentro do contexto do SUS. Minha segunda cobaia, a primeira foram os servidores do Departamento de Gestão de Pessoas.

Por dias, escrevia, refazia, discutia com servidores da saúde, com o gerente do Núcleo de Educação em Saúde que também era meu subordinado direto. Como mudar a prática? Como ter uma atitude crítica sobre o trabalho? Qual o papel da formação neste contexto? Percebi que mudar a cabeça e a visão de adultos era muito complicado devido à vivência e a inevitável zona de conforto que atingem ao conseguirem a estabilidade do emprego público. Mais uma vez, o público-alvo que deveria focar era os jovens e adolescentes, que ficava cada dia mais claro.

Após uma atribuição rápida, devido a falta de professores, consegui deixar a função de diretor e me tornei professor com contrato temporário na rede estadual de ensino. Dei a primeira aula presencial no dia 13 de março de 2020, uma sexta-feira. Na segunda, o isolamento social devido a pandemia de COVID-19 fora deflagrada em todo território paulista. Passei, desde então, a dar aulas online para poucos alunos. Seja por meio de lives, do WhatsApp, do Meet, seja por meio de outras estratégias.

Passei a conviver diretamente com a enorme dificuldade dos demais docentes, seja pela falta de tato com aparelhos tecnológicos, seja pela falta de coordenação das ordens advindas da equipe gestora ou da Secretaria da Educação. Como garantir acesso a educação, sem formação adequada dos professores? Como estava sendo feita a formação dos docentes para o enfrentamento das dificuldades advindas com o isolamento social compulsório? 

A EDUCAÇÃO NA DÉCADA DE 20

A pandemia que assolou a humanidade em 2020 trouxe consigo a demolição da escola tradicional que já estava capenga há muitos anos. Como um tufão, a nova situação jogou dezenas de milhares de educadores no terreno desconhecido da multimodalidade advinda da revolução tecnológica. É certo que a escola antes da pandemia não existirá mais, caminhando, quiçá, para um modelo híbrido de ensino que dependerá, para ter sucesso, de engajar os estudantes numa concorrência desleal com youtube, games: 

As mudanças na sociedade e nas formas de comunicação apontam novos caminhos para o ensino, uma vez que as necessidades de aprendizagem já não são as mesmas. Estamos inseridos em um cenário de novos hábitos e valores e principalmente de novas formas de interação (real e virtual). É com base nessas transformações que surge a teoria dos multiliteracies ou multiletramentos

(COSTA SILVA, 2016, p.12 Apud: KALANTZIS, 2000)

Essa concorrência já era posta, porém, a maioria das escolas ignorava tal fato baseando a transmissão do conhecimento na figura autoritária do professor e de métodos arcaicos de ensino-aprendizagem, pois 

os novos meios de comunicação estão remodelando a maneira como usamos a linguagem, sendo o significado construído de modo cada vez mais multimodal

(COSTA SILVA, 2016, p.12 Apud: KALANTZIS, 2000) 

É nesse contexto que especula-se que o conhecimento humano é  inserido em contextos sociais, culturais e materiais (COSTA SILVA, 2016).

O QUE É MULTILETRAMENTO?

A inserção nesse cenário com novas formas de interação (real e virtual) é que emoldura o que se chama “multiletramentos” cujo termo aponta a multiplicidade de canais de comunicação, diversidade cultural e linguística (COSTA SILVA, 2016).

A Pedagogia dos Multiletramentos tem uma visão de mente, sociedade e aprendizagem baseada na suposição de que a mente humana é incorporada, situada e social. Ou seja, de que o conhecimento humano é embutido em contextos sociais, culturais e materiais e seu conhecimento desenvolvido como parte de um processo de interações colaborativas com outros de diferentes habilidades, contextos e perspectivas que fazem parte de uma mesma comunidade

(COSTA SILVA, 2016, p.12 Apud:KALANTZIS, 2000) 

De acordo com Kalantzis (2000) são quatro fatores do Multiletramento:

Situated Practice:

A Prática Situada (Situated Practice) é a parte da pedagogia que se constitui pela aquisição por meio de práticas significativas dentro de uma comunidade de aprendizes que é capaz de ocupar múltiplos e diferentes papéis baseados em suas origens e experiências […] O foco na Prática Situada é a compreensão crítica, ou seja, o conhecimento consciente, embora não haja garantias de que cada aprendiz desenvolva a criticidade e prática reflexiva no processo de colocar o conhecimento em prática, sendo assim, avaliação deve ser sempre aplicada para desenvolvimento e não julgamento. Um dos maiores desafios da Prática Situada gira em torno da impossibilidade de sempre se ter controle consciente e conhecimento do que se faz ou se sabe, o que é uma questão central para a aprendizagem escolar

(COSTA SILVA, 2016, p.12-13)

Overt Instruction;

O segundo fator, Instrução Explícita (Overt Instruction), inclui todas as intervenções ativas para fundamentar atividades de aprendizagem; não implica transmissão direta, repetições, memorizações, embora tenha essas conotações. Nesta etapa, os esforços colaborativos na relação professor-aluno visam a permitir que o aluno seja capaz de cumprir tarefas mais complexas do que poderia sozinho, e que ele possa ter uma compreensão consciente da representação do professor e interpretação da tarefa que está sendo cumprida e sua relação com outros aspectos que também estão sendo aprendidos. O objetivo aqui é consciência e controle do que está sendo aprendido

(COSTA SILVA, 2016, p.13)

Critical Framing;

No Enquadramento Crítico (Critical Framing), o objetivo é ajudar os aprendizes a enquadrar seu crescente domínio na prática, controle e compreensão consciente das relações históricas, sociais, culturais, políticas e ideológicas centradas no valor de determinados sistemas de conhecimento e prática social.

(COSTA SILVA, 2016, p.13)

Transformed Practice

Na Prática Transformada (Transformed Practice), não é suficiente ser capaz de articular a compreensão das relações intrassistemáticas ou criticar relações extrassistemáticas. É preciso sempre retornar ao começo, à Situated Practice, mas agora em uma ‘re-prática’, em que a teoria se torna uma prática refletida. Alunos e professores devem desenvolver formas de os estudantes demonstrarem como podem criar e cumprir de maneira refletida novas práticas fundadas em seus próprios objetivos e valores. E ainda, devem ser capazes de mostrar que podem implementar as compreensões adquiridas por meio da Instrução Explícita e do Enquadramento Crítico em práticas que os ajudem simultaneamente a aplicar e revisar o que têm aprendido. A chave aqui é justaposição, integração e viver com tensão

(COSTA SILVA, 2016, p.14)

Como visto, o multiletramentos é, na minha visão, uma diretriz necessária para a educação nos dias atuais. E como a compreensão deste novo mundo que permeia os alunos e as escolas que podem dialogar com várias correntes teóricas, dentre elas, destaco, as propostas do francês Célestin Freinet.

TÉCNICA FREINET

Francês e autodidata, Célestin Freinet foi professor primário o que o diferencia dos demais pensadores da educação e acreditava no poder da educação para a transformação da sociedade (BUSCARIOLO, LIMA & ANJOS, 2019). Entre as propostas de FREINET (1974) destaque para a observação e a experiência, dentre outras:

Substituímos a rotina dos manuais, dos trabalhos de casa e das lições, impostos autoritariamente pelos adultos por:

— O texto livre, que é a expressão natural inicial da vida infantil no seu meio ambiente normal;

— A observação e a experiência como fundamentos indispensáveis das aquisições de conhecimentos em ciências e em cálculo, em história e em geografia ;

— O desenho, a pintura e a música livres, expressão complementar pela via afetiva e artística, de tudo o que a criança tem em si de

possibilidades difusas e, não obstante, superiores, de acesso à cultura, não apenas escolar, mas cultura social e humana. Esta técnica da expressão livre, da observação e da experiência pressupõe, no entanto, a criação de novos utensílios de trabalho que lhe dão simultaneamente o alimento e o objectivo.

(FREINET, 1974, p.8)

Para ele, 

[…] não é menos verdade que os princípios de modernização admitidos pela indústria são evidentemente válidos em educação, que um atraso técnico resulta sempre, em última análise, num atraso de civilização e que o progresso social do nosso mundo em crise necessita de uma modernização paralela dos nossos métodos e dos nossos utensílios de trabalho escolar

(FREINET, 1974, p.7)

Ao somar as duas teorias, podemos deduzir que a produção é o motor propulsor de um sistema pedagógico que visa a aprendizagem dentro de um contexto de multiletramentos. E neste sentido, utilizaremos aqui a técnica de Freinet e aplicá-las em outros meios. Entre as diretrizes que utilizaremos, 

O jornal escolar — método Freinet é uma recolha de textos livres realizados e impressos diariamente segundo a técnica Freinet e agrupados, mês a mês, numa encadernação especial, para os assinantes e os correspondentes. Mas, que são estes textos livres? De onde vem o seu interesse, a sua originalidade e até a sua importância escolar? Enquanto esperamos a publicação do livro que, nesta mesma coleção, tratará o texto livre, julgamos útil dar aqui algumas explicações prévias. Se numa aula a redacção não serve senão para ser corrigida e classificada pelo professor, se este está persuadido de que a criança não sabe pensar pela sua cabeça nem é capaz de criar e que precisa de se alimentar das riquezas do professor, este receberá sempre «os deveres» mas nunca terá «obras» susceptíveis de serem o testemunho de uma personalidade. Não é com redações clássicas, mesmo perfeitas, que um professor poderá manter vivo um jornal escolar 

(FREINET, 1974, p.12)

É essa diretriz que motivou a criação de um novo sistema de aprendizagem aqui proposto.

Posto isso, o sistema é assim representado:

FLUXO DO SISTEMA – mensal

EXEMPLOS DE PRODUÇÃO E MULTIMEIOS

Jornal – Camões (escrita dirigida / expressão)

Teatro – I-Juca Pirama (leitura / expressão)

Música – Uivantes Records (confecção de textos / expressão)

Poesia – Poemas Uivantes (literatura / expressão)

Literatura -Sociedade dos Poetas Uivantes (literatura / Expressão)

TEMPORALIDADE DO SISTEMA 

Com a inserção de um input no sistema, a temporalidade de utilização das plataformas no mês é assim proposta:

SPU -> Poemas Uivantes -> Música/Teatro -> Jornal

1º Sem       2º Sem       3ºSem        4º Sem     

SPU – Sociedade dos Poetas Uivantes

Retirar pistas inconscientes ao mesmo tempo que se treina a escrita e expressão do aluno, introduzindo-os no modelo de trabalho pautado pela cooperação. 

Poemas Uivantes

Ampliar o processo de expressão oral e leitura, além de aprofundá-los na semântica da escrita poética como ferramenta de expressão.

Música/Teatro

Amplitude do expressar, além de criar e experimentar ecos do “eu” na produção artística e entendê-la como ferramenta de expressão enquanto cidadão.

Jornal

Espelho para o entendimento da vida de cada participante, ampliação das técnicas de escrita e edição de textos, áudios e vídeos. É um “palco” para proporcionar a expressão de cada um dos alunos. Além de retroalimentar a divulgação de toda a produção discente.

Qual papel de cada ferramenta?

GCWpYtfactikinstttsitefis.CMSP
RotXX
EnXX
AulXX
CoXX
duvXX
ex.X

Google Classroom 

Roteiro/Envio de exercícios

WhatsApp

Roteiro/Envio e dúvidas

Youtube 

Aulas/Conteúdo

Facebook 

Aulas/Conteúdo

TikTok 

Envio de Conteúdo

Instagram

Envio de Conteúdo

Twitter

Envio de Conteúdo

Sites 

Roteiro interativo/Envio e Dúvidas/Portfólio

Aulas físicas

Explicação/Roteiro/Exercícios e Dúvidas

Issu

Roteiro de Estudos

CMSP/Repositório

Aulas/Explicação e aprofundamento de temas

HABILIDADES

As habilidades utilizadas aqui como inputs são as propostas pelo Currículo Paulista em cada bimestre do ano letivo.

1º Ano do Ensino Médio

Aos alunos do 1º Ano Ensino Médio, segue o Caderno do Aluno “Viver sempre”, você poder fazer o download, ler no app Issu ou acessar o link direto. O Aprender Sempre Volume 01 de 2021 é o material produzido para apoiar a recuperação e o aprofundamento de Língua Portuguesa e Matemática no 1º bimestre de 2021.

Link: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/sites/7/2020/12/EM-1%C2%AA-s%C3%A9rie-Aluna.pdf

Arquivo:

EF69LP07B – (1º B.)Produzir textos em diferentes gêneros, considerando sua adequação ao contexto de produção e circulaçãoTextualizaçãoSPU
EF69LP56 – (1º B.)Fazer uso consciente e reflexivo da norma-padrão em situações de fala e escrita em textos de diferentes gêneros, levando em consideração o contexto, situação de produção e as características do gênero.Variação linguísticaSPU
EM13LP07Analisar, em textos de diferentes gêneros, marcas que expressam a posição do enunciador frente àquilo que é dito: uso de diferentes modalidades (epistêmica, deôntica e apreciativa) e de diferentes recursos gramaticais que operam como modalizadores (verbos modais, tempos e modos verbais, expressões modais, adjetivos, locuções ou orações adjetivas, advérbios, locuções ou orações adverbiais, entonação etc.), uso de estratégias de impessoalização (uso de terceira pessoa e de voz passiva etc.), com vistas ao incremento da compreensão e da criticidade e ao manejo adequado desses elementos nos textos produzidos, considerando os contextos de produçãoContextos de produção, circulação e recepção de textos. Modalização. Efeitos de Sentido. Marcas linguísticas que expressam posição de enunciação considerando o contexto de produção.Usos expressivos de recursos linguísticos, paralinguísticos e cinésicos.Usos de variedades linguísticas.Poemas Uivantes/ Teatro
EM13LP52Analisar obras significativas das literaturas brasileiras e de outros países e povos, em especial a portuguesa, a indígena, a africana e a latino-americana, com base em ferramentas da crítica literária (estrutura da composição, estilo, aspectos discursivos) ou outros critérios relacionados a diferentes matrizes culturais, considerando o contexto de produção (visões de mundo, diálogos com outros textos, inserções em movimentos estéticos e culturais etc.) e o modo como dialogam com o presente.Apreciação (avaliação de aspectos éticos, estéticos e políticos em textos e produções artísticas e culturais etc.). Réplica (posicionamento responsável em relação a temas, visões de mundo e ideologias veiculados por textos e atos de linguagem). Literatura Brasileira – Machado de Assis.Jornal

2º Ano do Ensino Médio

Aos alunos do 2º Ano Ensino Médio, segue o Caderno do Aluno “Viver sempre”, você poder fazer o download, ler no app Issu ou acessar o link direto. O Aprender Sempre Volume 01 de 2021 é o material produzido para apoiar a recuperação e o aprofundamento de Língua Portuguesa e Matemática no 1º bimestre de 2021.

Link: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/sites/7/2020/12/EM-2%C2%AA-s%C3%A9rie-Aluna.pdf

Arquivo:

Reconhecer os elementos básicos da narrativa literária.Conto; Efeitos de Sentido; Relações de conhecimento sobre o gênero do texto e antecipação de sentidos a partir de diferentes indícios.SPU
Reconhecer os elementos constitutivos que caracterizam os gêneros romance, comédia de costumes, poema, artigo de opinião e anúncio publicitário.Textos em prosa: romance; Comédia; Texto lírico; Poema: visão temática; Texto argumentativo; Artigo de opinião; Anúncio publicitário; A linguagem e a crítica de valores sociais; Efeito de sentido; Estratégias de Leitura e Textualização.SPU
Estabelecer relações entre texto, valores e contemporaneidade.Discussão de pontos de vista em textos publicitários; Efeito de sentido; Estratégias de Leitura e Textualização..Poemas Uivantes

3º Ano do Ensino Médio

Aos alunos do 3º Ano Ensino Médio, segue o Caderno do Aluno “Viver sempre”, você poder fazer o download, ler no app Issu ou acessar o link direto. O Aprender Sempre Volume 01 de 2021 é o material produzido para apoiar a recuperação e o aprofundamento de Língua Portuguesa e Matemática no 1º bimestre de 2021.

Link: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/sites/7/2020/12/EM-3%C2%AA-s%C3%A9rie-Aluna.pdf

Arquivo:

Posicionar-se criticamente diante do texto, defendendo ponto de vista coerente a partir de argumentos.Estruturação da atividade escrita: projeto de texto, construção do texto, revisão.SPU
Estabelecer relação entre a tese e os argumentos apresentados para defendê-la ou refutá-la.Texto argumentativo (foco: escrita)Artigo de opiniãoPoemas Uivantes
Reconhecer adequadamente elementos e recursos coesivos diversos que contribuam para a coerência, a continuidade do texto e sua progressão temática, organizando informações, tendo em vista as condições de produção.Texto argumentativo.Teatro/Jornal/música
Formular opinião sobre determinado fato artístico, científico ou social, defendendo-a por meio de argumentação lógica.Texto argumentativo (foco: leitura)Artigo de opiniãoJornal

AVALIAÇÃO

A avaliação aqui proposta, “deve ser sempre aplicada para desenvolvimento e não julgamento”  (COSTA SILVA, 2016). Ao colocar o aluno no centro do processo de aprendizagem, a avaliação é feita em cada ação dentro da sala de aula ou no ambiente virtual. Cada bimestre pode-se realizar a pactuação de regras da turma e terminar cada aula com a autoavaliação dos encontros. 

No final de cada fluxo de produção, realizar-se-á avaliação do período todo com a conclusão de Diário de Bordo/Portfólio.

RUBRICA

SiteFacebookTwitterYoutubePodcastEmailInstagranTikTok
Sociedade dos Poetas Uivanteshttps://sociedadedospoetasuivantes.wordpress.com/https://www.facebook.com/sociedadedospoetasuivantes@sociedadedospo2sociedadedospoetasuivantes@gmail.com
Poemas Uivantes para Seres Falantes
Jornal do Camõeshttps://jornaldocamoes.wordpress.com/https://www.facebook.com/jornaldocamoes@jornaldocamoeshttps://www.youtube.com/channel/UCgevSicUYnB-SuuBGXG26KAhttps://anchor.fm/jornal-do-camoesjornaldocamoes@gmail.comhttps://www.instagram.com/jornaldocamoes/@jornaldocamoes
Uivantes Records

REFERÊNCIAS

BUSCARIOLO, A.F.V.T.; LIMA, C.V.B.; ANJOS, D.D. Pedagogia Freinet e alfabetização: A potencialidade dos instrumentos desta pedagogia para formar crianças e professores. Rev. Int. de Form. de Professores (RIFP), Itapetininga, v. 4, n.4, p. 117-133, 2019.

COSTA SILVA, T.R.B. Pedagogia dos multiletramentos: principais proposições metodológicas e pesquisas no âmbito nacional. Letras, Santa Maria, v. 26, n. 52, p. 11-23. 2016.

EASTON, D.  A Systems Analysis of Political Life. Nova Iorque, John Wiley & Sons, 1965.

FREINET. C.  O jornal escolar. Cannes, Editorial Estampa, Ltda, 1974.

KALANTZIS, M. COPE, B. Learning by Design Project Group. Learning by Design. Victorian Schools Innovation Commission & Common Ground, Melbourne, 2005.

LIMA, L. C. Sobre a educação cultural e ético-política dos professores. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 61, p. 143-156, 2016.

ROJO, R.; MOURA, E. (Orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012. 

ROJO, R. (Org.). Escola Conectada, os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola, 2013.

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