Arquivos da Categoria: Mitologia

Odisseia: Livro XI

Filho de Laertes, de origem divina, Odisseu engenhoso,
por que motivo, infeliz, a luz clara do Sol desprezaste
e vieste aqui ver os mortos e a triste região em que habitam?

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Odisseia: Livro IX

‘Toma, Ciclope, exp’rimenta este vinho, uma vez que comeste
carne de gente; hás de ver que bebida se achava no bojo
das nossas naus. Trouxe-a a fim de libar-te, que tenhas piedade
e nos reenvies. Tua fúria, porém, é, de fato, indizível.
Quem, insensato, há de vir até aqui procurar-te, dos muitos
homens, se tão em contrário aos costumes conosco operaste?’

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Odisseia: Livro VII

“Temerário não sou, replica Alcino,
Ou pronto em me irritar; o honesto e justo, hóspede, em mim domina. Oh! queira o Padre, Minerva e Apolo, tal qual és, de acordo com meu sentir, que genro meu te fiques! Dôo-te casa e bens. Mas por violência ninguém te reterá: condena-o Jove.
Dorme em sossego, disporei seguro
Teu regresso amanhã: durante as calmas os nautas remarão, se além de Eubéia mesma o desejes, ilha a mais remota, segundo os que de Télus navegaram ao filho Tício o flavo Radamanto; porém num dia aqui se recolheram. Conhecerás que chusma e naus possuo para à voga arrancada o mar fenderem.”

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