Arquivos da Categoria: Clássicos

A Confederação dos Tamoyos por Domingos José Gonçalves de Magalhães (Canto Primeiro)

Sim, prometemos – Numa voz. bradaram: Vingança e liberdade só queremos…

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A Igreja do Diabo por Machado de Assis

De todos os contos que aqui se acham há dous que efetivamente não levam datas expressas; os outros a têm, de maneira que este título Histórias sem Data parecerá a alguns ininteligível, ou vago. Supondo, porém, que o meu fim é definir estas páginas como tratando, em substância, de cousas que não são especialmente do dia, ou de um certo dia, penso que o título está explicado. E é o pior que lhe pode acontecer, pois o melhor dos títulos é ainda aquele que não precisa de explicação

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Auto da Barca do Inferno por Gil Vicente

O Auto da Barca do Inferno (ou Auto da Moralidade) é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas (sendo que a segunda e a terceira são respetivamente o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória).

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Duas viagens ao Brasil por Hans Staden (Cap. 1 a 2)

Certa noite, durante forte tempestade, estivemos em sérios apuros. Então surgiram ao longe muitas luzes azuis, como jamais eu tinha visto. Elas desapareciam quando as ondas batiam de frente contra o navio. Os portugueses diziam que essas luzes eram o prenúncio de tempo bom e que eram enviadas por Deus para reconfortar-nos nas dificuldades…

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Odisseia: Livro IX

‘Toma, Ciclope, exp’rimenta este vinho, uma vez que comeste
carne de gente; hás de ver que bebida se achava no bojo
das nossas naus. Trouxe-a a fim de libar-te, que tenhas piedade
e nos reenvies. Tua fúria, porém, é, de fato, indizível.
Quem, insensato, há de vir até aqui procurar-te, dos muitos
homens, se tão em contrário aos costumes conosco operaste?’

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Odisseia: Livro VII

“Temerário não sou, replica Alcino,
Ou pronto em me irritar; o honesto e justo, hóspede, em mim domina. Oh! queira o Padre, Minerva e Apolo, tal qual és, de acordo com meu sentir, que genro meu te fiques! Dôo-te casa e bens. Mas por violência ninguém te reterá: condena-o Jove.
Dorme em sossego, disporei seguro
Teu regresso amanhã: durante as calmas os nautas remarão, se além de Eubéia mesma o desejes, ilha a mais remota, segundo os que de Télus navegaram ao filho Tício o flavo Radamanto; porém num dia aqui se recolheram. Conhecerás que chusma e naus possuo para à voga arrancada o mar fenderem.”

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