Arquivos da Categoria: Palácios Cinzas

Capítulo X

Capítulo X – Questão de interpretação Na verdade, caros leitores, pouco importa esta narrativa cansativa, se no final, tu não entender que o problema é de interpretação. Afinal, tudo que a maior parte dos bruzundangueses leem 1% é compreendido. E nesta ruptura ignorante está calcada a liberdade de pensamento. Oras, tu aglutina um pensamento errôneo e cria uma ideologia sobre? Como pode dar certo? Emaranhado

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CAPÍTULO II

Viagem Forçada – O senhor tem que sair.  Talvez ir ao Grande Oriente ou Itália. O avião está esperando… Os federais já estavam vasculhando as gavetas, tapetes, até cheiraram o frasco vazio de vaselina. Os computadores foram apreendidos, os telefones grampeados, estavam em busca de uma planilha com os favorecidos pelo dinheiro sujo advindo de contribuições generosas das empreiteiras. O esquema, em

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Capítulo XII – Pixuleco

Nos longos minutos, de todos os longos dias, Vaccari, o tesoureiro do Partidos dos Trabalhadores, pensava, no xilindró, como se beneficiaria se pudesse, de fato, voltar no tempo. O tempo, dentro da sala onde vivia desde que foi em cana no mês de abril, custava a passar, mas havia sido treinado para este momento… Tinha todo um treinamento ‘comunista-de-shopping’ para resistir

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Capítulo XIII – Pixuleco II, a caminho de Buenos Aires

Wilson estava ciente de que, a cada minuto, as planilhas seriam alvo de Operação da Lava Jato. A prisão de Chambinho evidenciou, para os investigadores, que os tentáculos do esquema se estendiam por municípios do interior de São Paulo. Local onde foi resgatar os documentos que estavam em posse de prefeito um peemedebista. O sol ardia, o imóvel abandonado. Uma

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Capitulo III – Império K

CAPÍTULO III **** O Império K – O problema dele é que não escreveu para mortais, disse apontando para o célebre livro de capa vermelha. Pressionando a mão no peito do aprendiz, continuou: – Eu, você e eles: mortais… apontou Ikke pela janela do escritório no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. – A história ignora, mas Poder é

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Capítulo IX

Capítulo IX – Pelicano e a mulata Do Paço a sua residência o homem misterioso contava a historia daquele local sob forte influência da maçonaria bruzudanguense. Da origem ao desordenamento urbano, à cidade fruto de contrato lusitano de vassalagem entre famílias bastadas e a coroa portuguesa adotou numeração cardinal nas ruas e avenidas, quarteirões quadrados, medidos com passos senhoris e

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Capítulo VIII

Capítulo VIII – Pequeno homem na Terra de Ulysses VIII – Pequeno homem na Terra de Ulysses **** Desceu do busão, no Terminal Rodoviário de Piracicaba, com sua pochete de estimação, e pé esquerdo. O relógio marcava 13:13. Chamou um táxi e custeou a curta-viagem para Rio Claro, a Terra de Ulysses Guimarães. Em frente ao Paço Municipal saiu do

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VI- Wilsinho Berimbau

Capítulo VI – Wilsinho Berimbau VI- Wilsinho Berimbau Nota do autor: Nesta altura dos acontecimentos, ora aqui narrados, o nobre leitor deve estar começando a entender os motivos pelos quais o Brasil, como pátria, ainda é um conceito distante, quando comparado a outros países latinos ou europeus.  As regras da política, aqui passadas de geração a geração, transformam o sistema

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Capítulo VII

Capítulo VII – O plano, manifestações e a massagem VII – O plano, manifestações e a massagem **** Se sentido descolado, Wilson chegou ao local do encontro. Baiano já esperava impaciente. Estava no décimo cigarro, jogava as bitucas, como de práxis, na calçada. Estava encostado num Opala 77 sob o sol de outono. Wilsinho caminhava na calçada, com os tênis

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Capítulo I – 13:15

Prólogo Seria imprudência querer relatar a opinião de como as coisas se passam na cabeça dos cabeças? Haverá problema se a ficção elucidar o que acontece por trás das portas de carvalho na política na Bruzundanga? Talvez o 50 tons de cinzas da política nacional? **** Capítulo I – 13:15 Ele estava no trono, lendo mais um capítulo daquele blábláblá juvenil: empresário rico, estudante

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