Arquivos de tags: Política

Estamos em uma “fofocracia”?

► GRITO CONSERVADOR: O pagador de promessas pagará por cada uma de suas promessas lançadas ao vento no período eleitoral. O preço é alto e a conta chega. A grande questão é: quem tomará as rédeas do discurso conservador e direitista que já escorreu entre os dedos da vez? ► DIVISOR DE ÁGUAS: E o “Moisés” da política local abriu o corredor da renovação

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LIBERDADE por John Stuart Mill

A luta entre liberdade e poder é a característica mais comum das partes da história que primeiro exploramos, especialmente na história da Grécia, Roma e Inglaterra. Mas nos velhos tempos, os sujeitos dos sujeitos, ou seja, uma classe de sujeitos e o governo, brigavam entre si. A liberdade foi então concebida para proteger contra a arbitrariedade do soberano. Os governantes eram (exceto em alguns estados gregos) como oponentes naturais do povo que governavam. O dominante era o monarca ou a classe dominante, ou a casta, que havia ganhado poder por herança ou por roubo; pelo menos não chegara a isso com o consentimento dos governantes, mesmo que esse poder não fosse ousado, talvez não disposto a resistir; O poder dos governantes foi considerado essencial, mas ao mesmo tempo muito perigoso; era considerada uma arma que eles podiam usar tão facilmente contra seus próprios súditos quanto contra inimigos externos. Para proteger os membros mais fracos da sociedade de serem apanhados em inúmeras águias, era necessário um animal, um animal mais forte, para manter os outros sob controle. Mas como o animal principal pode ser tão ganancioso para abalar o rebanho quanto qualquer outro menor, é preciso sempre ter cuidado para defendê-lo contra seus dentes e garras. Portanto, o olho mais patriótico era estabelecer limites ao poder que poderia ser exercido sobre uma sociedade que usava governantes, e essa restrição foi entendida como liberdade.

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Ao vencedor o espólio

A lógica partidária brasileira adotou do modelo presidencialista americano o fortalecimento de uma grande máquina partidária que coopta líderes demagógicos num ardiloso trabalho do boss tupiniquim. Muito se lê e se escreve sobre críticas ao que chama de “presidencialismo de coalizão” brasileiro, mas poucos analisam as semelhanças como o modelo americano. Neste sistema onde o presidente não pode governar sem

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